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Competitividade catarinense e neoevolucionismo

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Por Brasil como nos parece – Walter Marcos Knaesel Birkner

Entre as 50 cidades mais competitivas do Brasil, sete são catarinenses

No senso comum sobre o desenvolvimento, as abstrações do imaginário popular engendram países com grandes territórios, recursos naturais e densas populações. Ultrapassada, todavia, a megalomania urbano-industrial do século XX, já compreendemos esse processo de modo menos determinista. O paradigma reside na sinergia de fatores culturais e institucionais num processo contínuo de adaptação. Essa é a perspectiva contemporânea do neoevolucionismo, em que a prosperidade não tem caminho único, resulta de interações entre tecnologia, cultura, capital humano, instituições e capital social. Essa perspectiva a Santa Catarina se aplica.

 

Com 1% do território nacional e aproximadamente 4% da população brasileira, o Estado emplaca os melhores índices do País, apesar do escasso retorno tributário da União. O ranking de Competitividade dos Municípios e dos Estados, do Centro de Liderança Pública (CLP), revela isso: entre as 50 cidades mais competitivas do Brasil, sete são catarinenses — o que representa 14% do total, desempenho que só perde para São Paulo, que, com dimensão incomparável, emplaca 29 municípios. Entre as 100 cidades mais competitivas do País, 11 são catarinenses.

 

Classificação de cada uma no ranking nacional:

 

1º     Florianópolis

12º   Jaraguá do Sul

14º   Blumenau

20º   São Bento do Sul

23º   Criciúma

34º   Balneário Camboriú

44º   Joinville

51º   Chapecó

62º   Concórdia

69º   Itajaí

78º   Brusque

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